Pastor Dirceu

LIÇÃO 03 - A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO - 3º TRIMESTRE/2012 - Subsídio EBD


A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO
Texto Áureo: Fp. 1.21 – Leitura Bíblica: 1 Co. 15.51-5

INTRODUÇÃO
Há um provérbio popular que diz: “só existem duas certezas na vida, a morte e os impostos”. Essa é uma verdade, mas nem todos sabem lidar com elas, principalmente com a morte, tema da lição de hoje. Por isso, nesta aula, mostraremos o que a Bíblia diz a respeito da morte, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Ao final, destacaremos como o cristão verdadeiro se coloca diante da morte.

1. A MORTE NO ANTIGO TESTAMENTO
No Antigo Testamento, a palavra sheol é o termo mais usado – 65 vezes – para se referir à morte. Mas nem sempre ela é traduzida dessa forma, há contextos em que a melhor versão é “inferno” ou “sepultura”. Apenas algumas passagens do Antigo Testamento se referem à consciência da vida depois da morte, bem como à possibilidade de ressurreição. Essa incerteza pode ser expressa na pergunta de Jó: morrendo o homem, tornará ele a viver? (Jó. 14.14). Ainda que, esse mesmo patriarca, demonstre, em outro momento, sua esperança em relação à ressurreição (Jó. 19.25). Em geral, os judeus tinham a convicção de que, após a morte, seriam reunidos aos seus antepassados (Gn. 15.15). O autor do Salmo 73, versículos 23 a 25, expressa seu desejo de estar eternamente na presença de Deus. No Salmo 49, no versículo 15, o escritor sacro demonstra sua fé na ressurreição: “Mas Deus remirá a minha alma do poder do Sheol, pois me receberá”. A revelação mais explícita da imortalidade, e especificamente da ressurreição, se encontra em Dn. 12.2: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”. O fato da doutrina da imortalidade e da consciência após a morte não ser facilmente identificada no Antigo Testamento não quer dizer que essa não seja uma realidade. Tal revelação não fora dada plenamente aos judeus, assim como a da trindade, apenas no Novo Testamento essas doutrinas são descortinadas através de Jesus Cristo (2 Tm. 1.10).

2. A MORTE NO NOVO TESTAMENTO
No Novo Testamento, a palavra grega para morte é hades, equivalente da palavra hebraica sheol. Jesus revelou que o hades tinha dois compartimentos, um destinado ao crente e outro ao descrente (Lc. 16.23-26). Naquele lugar as pessoas estão conscientes (Lc. 16.24), e uma vez ali, seu futuro está determinado (Lc. 16.26, 28), não havendo possibilidade para remissão de pecados por intercessão ou reencarnação (Hb. 9.27). Jesus revela que as pessoas somente podem ter acesso à vida eterna através de Moisés e dos profetas, isto é, da mensagem bíblica (Lc. 16.31). Diante de tal mensagem, o cristão não se atemoriza diante da morte, pois, tal como Paulo, sabe que ao se ausentar deste corpo, estará na presença do Senhor (2 Co. 5.8). Nada há para temer, nem mesmo aqueles que matam o corpo, pois nada podem fazer contra a alma (Mt. 10.28). Cristo é aquele que derrotou a morte, libertando os seus servos do temor da morte (Hb. 2.14,15). Por esse motivo, morrer, na cosmovisão neotestamentária, é estar com Cristo (Jo. 13.36), ir ao paraíso (Lc. 23.43). Sendo assim, não há o que temer, pois estar com Cristo é consideravelmente melhor (Fp. 1.23). Na verdade, felizes são aqueles que morrem no Senhor, pois descansarão das suas fadigas (Ap. 14.13). O culto ao corpo, e o pavor diante da morte é resultado de uma sociedade moderna, vítima da obsessão pela beleza e longevidade. O cristão, diferentemente dos demais, é consciente que quando essa habitação temporária for desfeita, ele tem, da parte de Deus, uma habitação eterna (Jo. 14.2,3; 2 Co. 5.1).

3. O VERDADEIRO CRISTÃO DIANTE DA MORTE
Paulo passou pela experiência de estar diante da morte, e tinha consciência dessa realidade (2 Tm. 4.6). Mas não perdeu a esperança, tendo em vista que, assim como o autor da Epístola aos Hebreus, estava ancorado nas promessas de Jesus (Hb. 6.19,20). O pensamento moderno fica apreensivo diante da morte, para alguns filósofos, o ser humano foi criado para a morte, para outros, ela não passa de um absurdo, algo sem significado. Mas o verdadeiro cristão não se apavora diante da morte, pois ele sabe que essa foi vencida através de Cristo no calvário (1 Co. 15.55). Ele não vive como os demais que não têm esperança, antes aguarda a volta de Jesus para arrebatar a sua igreja (1 Ts. 4.13-17). Naquela ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro com um corpo incorruptível (1 Co. 15.42-44). Quando isso acontecer, como Jesus dará aos seus um corpo espiritual (Lc. 24.39), semelhantes ao dEle (1 Jo. 3.2). Isso acontecerá porque carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus (1 Co. 15.50). A Jerusalém Celestial espera os crentes, um dia essa ordem criada terá um fim (2 Pe. 3.7-13), então, descerá dos céus a cidade do Rei Jesus (Ap. 21). Naquela cidade não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, nem templo, nem sol e luz (Ap. 21.4,5,22,23; 22.5). O verdadeiro cristão não teme a morte, pois é um passageiro na terra, sua cidadania é do céu (Fp. 3.20). Ele está com Cristo, que e a Ressurreição e a Vida, por isso, não morrerá (Jo. 11.25,26).

CONCLUSÃO
O homem moderno se angustia diante da morte, mas não o verdadeiro cristão, pois a Palavra revela que essa é preciosa aos olhos do Senhor (Sl. 116.15), por isso, aqueles que morrem no Senhor são considerados bem-aventurados (Ap. 14.13). Todos os que têm essa segurança sabem que nada os separará do amor de Deus, nem mesmo a morte (Rm. 8.35-39). A mensagem do evangelho é de esperança e conforto, pois Cristo morreu e ressuscitou, essa verdade é motivo de consolação para o cristão diante da morte (1 Ts. 4.17; 5.11).  
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Pastor Dirceu








“A mulher não usará roupas de homem, nem homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao senhor teu Deus”.


É extremamente difícil estabelecer, primeiramente, quais eram as diferenças entre as vestes masculinas e femininas nos dias de Moisés. As palavras hebraicas originais usadas para denotar casaco, capa, cinto, são empregados indistintamente tanto para designar vestes masculinas como femininas. Diferenciava-se o gênero de uma vestimenta com parâmetros diferentes dos nossos. Muitas vezes as roupas de um homem e de uma mulher eram exatamente iguais. Distinguia-se uma da outra, unicamente, pela figura do tecido usado para confeccionar as roupas das mulheres .

Daí partimos para o nosso primeiro argumento: O que uma sociedade estabelece como indumentária masculina e feminina não vale necessariamente para outra região geográfica. As roupas das mulheres da Palestina podem não transparecer feminilidade noutro país; em nossa cultura, por exemplo, iriam ser consideradas muito pouco femininas. Um homem que usasse, aqui no Brasil, aquilo que os beduínos consideram ser roupas masculinas, certamente seria alvo de risos e provocações. Por outro lado, alguém vestido de bombachas gaúchas nas ruas de Nazaré, também seria o centro de todos os olhares da cidade.

Não compete ao Espírito Santo designar quais roupas são masculinas ou femininas; isso é convenção cultural, portanto humana. O índio do Amazonas ostenta sua masculinidade com um certo tipo de cor pintado nas maçãs do rosto. Na Escócia, saias de lã, traspassadas e seguras por um grande alfinete são traje de guerreiro.

Em segundo lugar, deve-se observar que as roupas e tradições também variam de geração para geração. Aquilo que se determinava como roupa masculina duzentos ou trezentos anos atrás, pode ser hoje um traje muito afeminado, como é o caso das calças justas usadas por navegadores, ou dos brincos que os piratas (os quais eram tudo, menos afeminados) ostentavam nas orelhas.

O que era considerado vestimenta masculina algum tempo atrás é permitido às mulheres, sem que com isso elas estejam masculinizando-se. O caso mais típico dessa argumentação vem das calças compridas.

É verdade que as calças compridas eram roupas de homens ainda no começo deste século. Como as mulheres passaram a trabalhar fora de casa e necessitavam de roupas fortes que protegessem suas pernas do frio e dos acidentes de trabalho, o uso acabou sendo inevitável. Inicialmente, causava inquietação e gerava muita tensão; porém, como o costume não advinha de uma tentativa demasculinização, mas sim da carência de proteção, logo pôde contar com o consentimento da sociedade. Veja que uma necessidade social e não moral provocou essas mudanças no comportamento das pessoas. Hoje as calças compridas já nem são mais roupas masculinas, e sim neutras em seu gênero ou epicenas, isto é, podem ser usadas tanto por homens como por mulheres.


Há outras vestimentas que também são neutras e não trazem qualquer inquietação , como por exemplo: as sandálias, dessas de borracha que usam entre os dedos; as camisetas de malhas utilizadas tanto por homens como por mulheres cotidianamente; certos tipos de casacos, usados para nos protegermos do frio; e até mesmo alguns modelos de armação para óculos de grau. Hoje, o que designa uma calça masculina ou feminina pode ser a cor ( no Brasil uma calça de cor rosa é sempre para mulher ) ou o zíper ( convencionou-se que uma calça com fecho traseiro ou lateral é sempre para mulher ).
Senso assim, quando Deus ordena que a mulher não se vista com roupas de homem Ele não está escolhendo certo tipo de roupa, mas apenas rechaçando o travestismo. O ideal de Deus é que os homens queiram ser homens e as mulheres desejem ser mulheres. A mensagem de Deuteronômio 22.5 trata de princípios, e não de uma lei sobre moda.


“...Mas o que eu acho interessante é que nem pra legalista eles servem, nem pra fazer legalismo farisaico servem. Com a Bíblia aberta aqui, mesmo nesse capítulo encontramos coisas interessantes. Olha só! Tá falando sobre lei, sobre observar a lei.
Agora olha o capítulo 21.15-16: “Se um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem despreza, e ambas lhe tiverem dado filhos, e o filho primogênito for da desprezada, quando fizer herdar a seus filhos o que tiver, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filha da desprezada, que é o primogênito”. Hi, rapaz, aqui o cara pode Ter duas mulheres. E ainda está estabelecido uma lei de como é que ele tem que fazer.


Você quer ver outra ?No mesmo capítulo 21.20-21, acerca de filho desobediente, sabe o que é que tem que fazer com um filho desobediente? Aquele com quem você fala, que a mãe fala, que chama outros pra aconselhar e ele não quer aceitar? Veja o que diz a Bíblia:“e dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é contumaz e rebelde; não dá ouvidos à nossa voz; é comilão e beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; assim exterminarás o mal do meio de ti; e todo o Israel, ouvindo isso, temerá”. Seu filhinho é desobediente, rebelde ? Bota pra fora da cidade e mate-o ! Esta na Bíblia !


Lá em Levítico, capítulo 11, há diversas leis para os judeus, onde está dizendo que uma mulher quando dá luz á um menino, ela não podia entrar no santuário durante trinta e três dias e, quando nascia uma menina eram sessenta e seis dias. Tem que obedecer isto também! Tá na Bíblia! “
“Disse mais o Senhor a Moisés: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e tiver um menino, será imunda sete dias; assim como nos dias da impureza da sua enfermidade, será imunda”(Lv 12.1-2).
“Mas, se tiver uma menina, então será imunda duas semanas, como na sua impureza; depois permanecerá sessenta e seis dias no sangue da sua purificação” (Lv 12.5).




“... Também lemos em Levítico 19.27: “Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba”. Estamos frito!...”
“... Meus irmãos, o antigo testamento não é contexto doutrinário para a igreja. Paulo quando se refere do antigo testamento, ele diz lá em 1 Coríntios 10.11: “Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”. Em 2 Coríntios 3.14: “mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido”.Você só tem que obedecer regras do antigo testamento que esteja explícitas no Novo Testamento, se não, não é regra para a Igreja.


Pastor Dirceu
(Ap 3:1-5)

Introdução: -
Patmos – Ilha rochosa do Mar Egeu. Nome atual é Palmosa. Foi usada pelos romanos como lugar de exílio e punição para os condenados por Roma. Em Patmos havia muitas salinas, onde os prisioneros tinham trabalho forçado. Nesta ilha solitária e triste, o Senhor aparece ao seu servo João. Ele recebe o Apocalipse (revelação de algo escondido, oculto).
- No cap. 1 – A visão do Cristo ressucitado
- No cap. 2,3 – Jesus envia 7 cartas às 7 igrejas da Ásia (Éfeso; Smirna; Pérgamo; Tiatira; Sardo; Filadelfia e Laodicéia.

- Vamos agora para a Quinta carta – para a Igreja em Sardo.

.Sardo foi capital do reino da Lídia
.Sofreu um terrível terremoto que a destruiu. O imperador romano Tibério a reconstroe.
.Cidade próspera na indústria da Tintura e da Lã.
.Moralmente: Uma cidade corrompida.
-Situação da Igreja local em Sardo – Estava sendo afetada pelo sistema mundano. (o mesmo perigo a Igreja enfrenta hoje) Rm 12:2

– Ilha rochosa do Mar Egeu. Nome atual é Palmosa. Foi usada pelos romanos como lugar de exílio e punição para os condenados por Roma. Em Patmos havia muitas salinas, onde os prisioneros tinham trabalho forçado. Nesta ilha solitária e triste, o Senhor aparece ao seu servo João. Ele recebe o Apocalipse (revelação de algo escondido, oculto). -

No cap. 1 – - No cap. 2,3 – (Éfeso; Smirna; Pérgamo; Tiatira; Sardo; Filadelfia e Laodicéia. -

Vamos hoje para a Quinta carta – para a Igreja em Sardo.

Sardo foi capital do reino da Lídia .Sofreu um terrível terremoto que a destruiu. O imperador romano Tibério a reconstroe.

Cidade próspera na indústria da Tintura e da Lã. .Moralmente: Uma cidade corrompida. -Situação da Igreja local em Sardo – Estava sendo afetada pelo sistema mundano. (o mesmo perigo a Igreja enfrenta hoje) Rm 12:2

-E é para esta Igreja em crise, que o Senhor envia esta mensagem. E dirige a Palavra para 3 tipos de crentes que ali estavam, exortando-os à Santidade, a uma mudança total.


I. OS QUE ESTAVAM MORTOS
Ap 3:1 “que tens nome de que vives, e estás morto.”

(1) Estar morto, e declarar-se morto é algo sincero. Agora, Ter nome de vivo e estar morto – É mentira, é falsidade, é hipocrisia, é engano, é Cristianismo de fachada, parece mas não é.

a) Tem muita gente vivendo como Sansão – Jz 16:20
b) Jesus condenou os escribas e fariseus – Mt 23:27

(2) Não seja um cadáver ambulante – Ef 2:1; 5:14
(3) Características de um morto:
a) O coração está parado – (Crentes sem amor – Ap 2:4)
b) Morte cerebral – (Não pensa mais nas coisa de cima – Cl 3)
c) Todo corpo fica gelado – (frieza espiritual)
d) Todo corpo fica duro – (dureza de coração, crentes inflexíveis)


II. OS QUE ESTAVAM PARA MORRER

Ap 3:2 “Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer”

1. Não tinham morrido ainda, mas estavam nas últimas(fase terminal)
2. Estavam terrivelmente doentes na Fé
3. Espiritualmente ninguém morre de repente. O processo é gradativo:
Lázaro – Jo 11 .Jo 11:2 – Lazaro ficou enfermo
.Jo 11:14 – Lazaro morreu
.Jo 11:39 – Lázaro cheirava mal
.Jo 11:44 – Lázaro estava amarrado


4. Cuidado com coisas, que você acha que não é pecado, elas podem matar. Tiago
1:14,15 “Mas cada um é tentado quando atraído e engodado pela sua própria
concupiscência. Depois, havendo a comcupiscência concebido, dá à luz ao
pecado; e o pecado sendo consumado gera a morte.”

4. O grande perigo hoje é brincar com o pecado:
-Quando você vai a lugares não recomendáveis
-Quando você vive com màs companhias (Salmo 1:1,2)
-Quando nossa linguagem não é sadia (palavrões, piadas sujas)
-Quando nossos olhos estão contaminados
-Quando o namoro está sendo anti-biblico (1 Co 6:14-18)
-Quando estamos dando outros nomes ao pecado!

Se você está brincando com o pecado, cuidado! Você está para morrer!

Mas Cristo quer te tranformar, te ajudar. Você não vai morrer!

III. OS QUE NÃO CONTAMINARAM AS SUAS VESTES
Ap 3:4 “Mas também tens em Sardo algumas pessoas que não contaminaram seus
vestidos,…”

1. Muitos estavam com as vestes manchadas em Sardo. Comprometidos com o mundo e o
pecado -
2. Você sabia que vestido sujo atrae o diabo para acusar – Zc 3
3. Jesus olhou para Sardo e examinou . Alegrou-se; nem tudo está perdido. (Meus
anjos – vejam aqueles poucos de branco…)
4. Será que nesta noite todos estamos com as vestes brancas ?
5. Ec 9:8; Ml 3:2; Is 1:18; 1 Jo 1:7; Ap 1:5; 22:14
6. Ap 19:7,8
/>

Conclusão:
Que tipo de crente você é?
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Pastor Dirceu


II Coríntios 3:18
Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico: O reflexo da glória de Deus.

Afirmação TeológicaUma das maiores verdades deste texto bíblico é esta:
SOMOS ESPELHOS QUE DEUS USA.
Enquanto caminhamos, o mundo ao nosso redor espera ver, em nós, a transformação que só o Espírito Santo faz na vida de um pecador arrependido. Observando um espelho, relembramos alguns cuidados necessários essenciais para que sejamos usados pelo Senhor, refletindo Sua glória no mundo.
1. Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso ter o rosto descoberto
Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir a imagem de determinado objeto, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus. O véu que separava o homem de Deus foi rasgado por ocasião da morte de Jesus na cruz. Este gesto, sem par, possibilitou que a glória do Senhor rebrilhasse em nossa vida. O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo. Vamos desfrutar, portanto, dessa comunhão.
2. Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar limpoMuitas vezes, a imagem refletida no espelho não é nítida, não tem  brilho. Pequenas manchas internas, ou até mesmo poeira, dificultam a nossa visão.Assim também, os nossos pecados  encobrem o rosto do nosso Deus e as nossas iniqüidades nos  separam do Senhor (Isaías 59:2). Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos diariamente purificar as nossas vidas, confessando "os nossos pecados, na certeza de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar de toda e qualquer injustiça" (110 1:9).
3. Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar bem direcionadoMesmo descoberto e limpo, o espelho só é capaz de refletir o objeto para o qual se direciona. O cristão que não está em sintonia com o Senhor, corre o risco de refletir outras imagens. Ao direcionar o nosso olhar para o "autor e consumador de nossa fé", passamos a refletir cada vez mais a sua glória, através de nossas vidas. E assim, de glória em glória, somos transformados e Sua luz se revela em nossa vida. Quanto mais ela rebrilhar, mais Cristo será visto em nós.
ConclusãoComo espelho de Cristo eu devo:
1 - Reconhecer minhas fraquezas - Salmo 139:23 e 24.
2 - Obedecer ao plano de Deus para minha vida - Salmo 40:8.
3 - Confiar no poder de Deus e não em minhas forças - Filipenses 4: 13.

Que imagens as pessoas têm visto refletidas em minha vida? Existe alguma área que necessita de transformação por meio do Espírito Santo?

Autora: Guisela W. Isbrescht
Fonte: O Batista Pioneiro, Junho/2005.

Nossos agradecimentos ao jornal O Batista Pioneiro que tão gentilmente autorizou-nos a publicação deste artigo
Pastor Dirceu



Mateus 14.13-21
Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico
: O milagre da multiplicação.


Idéia Central do Sermão
:

JESUS CONTINUA FAZENDO O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
Frase de Efeito: APLIQUE EM SUA VIDA A MATEMÁTICA DO MILAGRE.

Pergunta de Ligação
: - Como podemos fazer isso? Observando as OPERAÇÕES DA MATEMÁTICA DO MILAGRE relatadas neste texto:
                                   
PRIMEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
DIMINUIR  A HIPOCRISIA (até acabar com ela) - vs 15.
Tema do Meio
:          Hipocrisia.
Explicação
:                Os discípulos não estavam preocupados com a multidão, como pode parecer à primeira vista. Lendo o contexto imediatamente anterior, vemos que João Batista havia sido morto pelo rei. Os discípulos estavam, naturalmente, assustados e com medo que algo ruim também acontesse a eles e a Jesus. Apesar do seu discurso tão piedoso, eles, na verdade, queriam apenas se livrar daquela gente, pois uma multidão com fome sempre é um grande problema e um tumulto facilmente poderia se desencadear com eles no centro das atenções, e com grandes chances de serem responsabilizados pelo desastre. Em outras palavras, eles estavam sendo hipócritas. Mas Jesus não "engoliu" sua farsa ("A multidão não precisa ir embora" - disse-lhes o Mestre), pois o Nosso Senhor não fará milagres enquanto houver hipocrisia em nossos lábios e em nossos corações.
Ilustração:                 Um jovem vivia se negando à obra de Deus, alegando para o seu pastor que não tinha tempo, pois trabalhava de dia e estudava à noite. Mas sua máscara caiu no dia em que ele arranjou uma namorada. A partir daquele momento ele arranjava tempo de sobra para namorar, todos os dias e aos finais de semana.
Fundamentação:         Isaías 29.13: "Este povo... com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim..."
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                   Hipócrita é aquele pecador que antigamente fazia tanto pelo pecado e agora faz tão pouco por Jesus:
                                     - Antes, ele andava a distância que fosse para satisfazer seus desejos. Agora acha que a igreja é longe.
                                    - Enfrentava qualquer tempo. Agora qualquer chuvinha o faz faltar aos cultos.
                                    - Gastava grande parte do seu salário para sustentar seus vícios. Agora acha o dízimo pesado.
                                    - Gastava horas com bares, festas, jogos etc. Agora acha que um culto de 2 horas é inadimissível.
                                    - Dava tudo de si para as coisas do mundo. Agora nega seu tempo, recursos e talentos para Jesus.
Apelo do Meio:          _____________________________________________


SEGUNDA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
SOMAR RESPONSABILIDADE - vs 16.
Tema do Meio
:         Responsabilidade
Explicação
:                Jesus foi bem enfático: "Dai-lhe vós de comer". O problema da fome das multidões É NOSSO! É nossa responsabilidade. Jesus não fará nenhum milagre de multiplicação enquanto não assumirmos a nossa responsabilidade. Ele vai multiplicar, mas não para mim, para eu satisfazer meus desejos e caprichos, mas para que NÓS tenhamos condições de dar conta das nossas responsabilidades. 
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 10.
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                 _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                  O problema dos jovens não é problema do pastor, É PROBLEMA NOSSO.
                                   O problema das crianças não é problema do governo, É PROBLEMA NOSSO, etc.
Apelo do Meio:           _____________________________________________


TERCEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
DIVIDIR OS RECURSOS - vs 17-19.
Tema do Meio
:          Dedicação.
Explicação
:                Antes de ver a multiplicação, os discípulos tiveram que colocar seus escassos recursos nas mãos de Jesus e vê-lo partindo (dividindo) o pão. Antes de vermos o milagre da multiplicação em nossas vidas, temos que fazer o mesmo. Temos que colocar  todos os nossos recursos em suas mãos e deixá-lo dividir à vontade.
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 16.25: "Quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á".
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________
Aplicação:                   Provavelmente Jesus vai ordenar que você divida seu tempo, bens e talentos, antes de multiplicá-los.Apelo do Meio:          _____________________________________________


QUARTA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
MULTIPLICAR - vs 20-21.
Esta operação da Matemática do Milagre não é o homem quem faz. É Jesus. Aleluia!
Quando o homem, de todo o seu coração e sem reservas, faz as três primeiras Operações, Jesus, sem pestanejar, faz a última: A tão esperada e maravilhosa multiplicação!
Não vai faltar, nem para você nem para ninguém. Os escassos recursos dos discípulos era insuficientes até para eles mesmos, mas, nas mãos de Jesus, eles se multiplicaram e todo mundo se fartou e ainda sobraram 12 cestos.


CONCLUSÃO

- Diminua a hipocrisia (até acabar com ela).
- Some as responsabilidade (o problema é nosso).
- Divida seus escassos recursos (tempo, bens e talentos).

E creia nesta palavra: Não vai faltar, nem para você nem para ninguém ao seu redor, pois Jesus vai multiplicar.

Deus seja louvado!

Autor: 
Pr Ronaldo Alves Franco
Pastor Dirceu


Mc 7.31-37

    Propósito Geral: Consagratório.
    Tema Específico: As atitudes de Jesus.
    Idéia Central do Sermão:

JESUS NOS ENSINA A FAZER TUDO ESPLENDIDAMENTE BEM

    Se realmente queremos cumprir a nossa missão na vida com excelência, precisamos ter as mesmas ATITUDES de Jesus.

 
    1.      Jesus se envolvia com a aflição dos aflitos - Atitude: Envolvimento.
    ·  Ele ouviu a súplica dos suplicantes.
    ·  Ele conversou com eles em particular.
    ·  Ele, literalmente, pegou o cego em suas mãos, botou “a mão na massa” ("comprou" o problema dele).

       Se envolver com a igreja e com a religião é fácil e, muitas vezes, até gostoso.
       Envolver-se com os problemas dos outros, é algo bem diferente, difícil, mas é o que Deus espera de nós (Leia Mateus 25.31-46).

 
    2.      Jesus buscava forças no Pai - Atitude: Dependência de Deus.
    ·  Olhou para o céu.

       Forças, depois de um dia de trabalho, de uma semana cansativa.
       Forças para carregar a sua própria cruz.
       Forças para ajudar a carregar a cruz do outro.
       Força (poder) para fazer a obra, cumprir sua missão.

      "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" – Filipenses 4.13. Muita gente usa este versículo para dizer que pode tudo (ter carro e casa nova, por exemplo) mas nunca pensam em ajudar os aflitos. Alegam que podem tudo, menos ser útil, ser bênção para os outros, ser como Cristo.

 
    3.      Jesus amava as pessoas - Atitude: Amor
    ·  Suspirou de amor e compaixão (por isso o Pai sempre ouvia as suas orações).
    ·  Curou o surdo (que imediatamente também começou a falar).

       Poder e autoridade sobre os demônios e as enfermidades – Mt 10.1
       E para atender ao pobre e necessitado (ex.: multiplicação dos pães), visitar os enfermos e os presos etc.
       Determinação e amor ao próximo.


    Conclusão
    Se queremos fazer uma obra esplendidamente bem, temos que ter as mesmas atitudes de Jesus:
    Envolver-se com a aflição dos aflitos, pedir forças ao Pai e suspirar de amor e compaixão pelos que sofrem.


    Deus seja louvado!

 
Pastor Dirceu


    Suponha que ao chegar hoje em casa você encontre alguém da sua família em estado de choque, à beira da morte. Imagine que não há como remover o doente, nem tempo para chamar um médico. O que você faria?
    Sei que este quadro é apavorante, mas, foi exatamente isto que aconteceu ao Apóstolo Pedro.
    Mas ele teve sorte, pois, sem saber que sua sogra estava mal, levou Jesus pra casa, após terem caminhado juntos um dia inteiro:
    "Tendo Jesus chegado à casa de Pedro, viu a sogra deste acamada e ardendo em febre. Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo.
    Chegada à tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou a todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías:
    Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças".
 Mt 8.14-17
    Numa época em que qualquer febre ou infecção costumava significar a morte, numa época em que não haviam exames de laboratórios, antibióticos ou bons remédios, lá estava Jesus, mesmo sem ter sido chamado para isto. E Ele, em seu amor e compaixão, salvou a vida daquela mulher.
    Alguém pode dizer: "Hoje é diferente. Hoje em dia há médicos, ambulâncias, laboratórios e remédios". É verdade, o sistema de saúde atual ainda é precário, mas, sem sombra de dúvida, a medicina hoje é muito melhor que a de antigamente, mas, por outro lado, as doenças nunca mataram ou invalidaram tantas pessoas no mundo. A raça humana nunca esteve tão doente.

    Faça como o Apóstolo Pedro:
LEVE JESUS PRA CASA!
    Talvez você ainda não saiba, mas pode haver algum doente em seu lar. E não estou referindo-me apenas às doenças físicas, mas, também às psicológicas e espirituais.
    Eu tenho certeza, de todo o meu coração, que, se você levar Jesus pra casa, Ele fará maravilhas, pois, Jesus abençoa qualquer local em que entra, e na sua casa não será diferente. 
    LEVE-O PRA CASA e tenha surpresas agradáveis. Veja o que Ele fez na casa do Apóstolo Pedro:
1. Jesus curou o doente da casa.
    Talvez haja um doente em sua casa. Alguém deprimido, dependente químico, enfermo, desanimado, infeliz, solitário, suicida em potencial...
    Salve os seus doentes: 
Leve Jesus pra casa!

2. Jesus transformou a casa de Pedro.
   A casa de Pedro ficou "mais leve", mais cheia de vida e alegria.

    Eu sei que você gosta da sua casa, assim como eu gosto da minha, pois não há lugar melhor no mundo que o cantinho da gente, não é mesmo?

    Mas, será que a sua casa não poderia ser ainda melhor? Será que a sua casa não poderia ser aquele lugar especial onde amigos, vizinhos e parentes vêm pedir oração e conselho, ou buscar conforto quando estão sofrendo?

    Responda-me com honestidade: Todos os membros de sua família gostam de ficar em casa ou algum deles "vive na rua"? Será que a sua casa não anda assim, “meio carregada”?

   
 Leve Jesus pra casa; Ele vai transformar o seu lar!

3. Jesus cumpriu uma profecia bíblica dentro da casa de Pedro.      No ano 550 antes de Cristo, Isaías profetizou que o Messias viria curando, salvando e libertando. Durante 550 anos o mundo sabia desta promessa, mas não pode beneficiar-se dela.

   
 Mas Pedro, ao levar Jesus pra casa, teve o grande privilégio de presenciar o cumprimento desta maravilhosa promessa de Deus.
    Tem gente que diz assim: "Já fui à tantas igrejas e, até hoje, meu problema não foi resolvido". Para estas pessoas eu respondo com uma pergunta:"Você já foi à casa de Deus várias vezes, mas Jesus já foi à sua casa?"
    Jesus não ficou pregado naquela cruz horrorosa: Ele está vivo e quer habitar em sua casa, quer estar lá 24 horas por dia, quer abençoar você e sua família. Se você o levar para casa, verá as promessas bíblicas se cumprindo em sua vida e na vida de seus familiares.  

    LEVE JESUS PRA CASA!

    Como?
    Em sua alma, mente e coração.
    Através de seus atos, em cada oportunidade.

    Você tem filhos? Conte as histórias da Bíblia para eles, na hora de dormir.
    Alguém está doente? Sente-se à beira da cama e ore com ele.
    Alguém não consegue dormir, está ansioso? Explique o quê Jesus pode fazer por ele.
    Demonstre o amor de Deus através do seu modo de viver. Mostre à sua família que Jesus é vida, paz e alegria. 
    Deus seja louvado!

  
  Autor: Pr Franco
Pastor Dirceu


"Sem lenha o fogo se apaga;
e não havendo difamador, cessa a contenda".
Provérbios 26.20.
Este verso bíblico descreve uma grande verdade: se as pessoas pararem de "por lenha na fogueira", a contenda acaba.
Este princípio, o "Princípio da Fogueira", aplica-se também à vida espiritual.

Quando uma pessoa tem uma experiência real com Jesus Cristo, algo como que um fogo de Deus invade o seu coração. Ela se sente revivida, renovada, animada, inspirada, pronta para qualquer desafio. É capaz de vencer antigas barreiras, vícios, problemas.
No entanto, depois de algum tempo, podemos perceber que este fogo se apaga em alguns crentes. O quê houve? Faltou alimentar o fogo de Deus.
O cristão, então, torna-se morno, indiferente, infeliz.
Qual seria o combustível da vida cristã, capaz de manter a chama acesa? O que mantém o fogo de Deus no coração do cristão são certas práticas diárias. Simples, porém, poderosas. Vamos chamá-las de GRAVETOS.
1. O Graveto da Oração
    Orai sem cessar, dizem as Escrituras.
    Mateus 26.41; I Tessalonicenses 5.17; Tiago 5.16.
2. O Graveto da Leitura Bíblica    Examinai as Escrituras, disse Jesus.
    João 5.39; Mateus 22.29; Efésios 6.17.
3. O Graveto da Convivência Cristã
    Não abandonei a vossa congregação, disse o apóstolo.
    Hebreus 10.25; João 13.34-35; Romanos 12.9-17.
4. O Graveto do Testemunho Pessoal
    E sereis minhas testemunhas, disse Jesus.
    Atos 1.8; Mateus 28.19-20; Marcos 16.15-16.    
O cristão bem informado vê a Oração, a Leitura Bíblica, a Convivência Cristã e o Testemunho Pessoal como privilégios, e não como deveres de casa.
Ele sabe que sua oração é ouvida por Deus porque Jesus Cristo morreu numa cruz em seu lugar; que muitos dedicaram suas vidas para que as Escrituras chegassem às suas mãos; que a Convivência Cristã permite-lhe realizar para Deus obras que jamais conseguiria sozinho e que o seu Testemunho Pessoal, além de salvar vidas, contribui para a sua própria edificação e fortalecimento da Igreja.
Irmão, mantenha a chama acesa.
Lembre-se: Sem lenha, o fogo se apaga.

Autor: Pr Franco
Pastor Dirceu

Autor:
 Amós
Data: Entre 760 –750 aC

Autor
Amós, cujo nome significa “Aquele eu suporta o jugo”, era um nativo da pequena cidade de Tecoa, situada nas colinas de Judá, a cerca de 16 km ao sul de Jerusalém. Ele é o primeiro dos assim chamados profetas escritores do séc. VIII aC. Os outros incluem Oséias a Israel e Miqueias e Isaias a Judá. Amós rejeitou treinamento como um profeta profissional, admitindo que ele era um pastor de ovelhas e cultivador de sicômoros. Apesar do seu histórico não-profissional, Amós foi chamado para entregar a mensagem de Deus ao Reino do Norte, Israel.

Data

Amós profetizou durante os reinados de Uzias, de Judá (792-740 aC), e Jeroboão II de Israel (793-753 aC). Seu ministério foi realizado entre 760 e 750 Ac e parece ter ocorrido em menos de dois anos.

Contexto Histórico
A metade do séc. VIII aC foi uma época de grande prosperidade tanto para Israel como para Judá. Sob o domínio de Jeroboão, Israel havia conquistado novamente o controle das rotas internacionais do comércio— a Rodovia do Rei, através da transjordânia, e o Caminho do Mar, através do vale de Jezreel e ao longo da planície da costa. De acordo com 2Rs 14.25, ele restaurou as fronteiras de Israel desde Lebo Hamate (ao norte) até o mar da Arabá (o mar Morto, ao sul). Judá, sob o domínio de Uzias, reconquistou Elatae ( o porto marítimo de Ácaba) e expandiu-se para o sudeste às custas dos filisteus. Israel e Judá haviam atingido novos auges políticos e militares, mas a situação religiosa estava fraca o tempo todo. A idolatria estava exuberante; os ricos estavam vivendo na luxuria, enquanto os pobres estavam oprimidos; a imoralidade havia generalizado; e o sistema judicial estava corrompido. O povo interpretava sua prosperidade como um sinal da bênção de Deus sobre eles. A tarefa de Amós era entregar a mensagem de que Deus estava descontente com a nação.

Sua paciência já havia se esgotado. O castigo era inevitável. A nação seria destruída a menos que houvesse uma mudança no coração deles— uma mudança na qual a “Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça, como o ribeiro impetuoso” (5.24).

Conteúdo
O livro de Am é basicamente uma mensagem de julgamento> julgamento sobre as nações, oráculos e visões de julgamento divino sobre Israel. O tema central do livro é que o povo de Israel havia quebrado seu concerto com Deus. Como resultado, o castigo de Deus sobre eles por causa do pecado será severo. Amós começa com uma série de acusações contra os sete vizinhos de Israel, incluindo Judá, e, depois, ele acusa Israel (1.3-1.16). Cada nação estrangeira tem de ser castigada por ofensas especificas, seja contra Israel ou qualquer outra nação. Esse julgamento sobre as nações nos ensina que Deus é um Monarca universal. Todas as nações estão sob seu controle. Elas têm de prestar contas a Deus pelos maus tratos às outras nações e povos. Israel e Judá, todavia serão punidos porque eles quebraram seu concerto com Deus. A seção seguinte (3.1-6.14) é uma série de três oráculos ou sermões direcionados contra Israel. Eles incluem a ameaça de exílio. Uma terceira seção (7.1-9.10) é uma série de cinco visões e julgamento, em duas das quais Deus se retira. Finalmente, Amós promete restauração para Israel (9.11-15).

O Espírito Santo em Ação

A obra do ES não é mencionada especificamente em Am. O processo da inspiração do profeta e a revelação da mensagem de Deus são geralmente atribuídos por outros profetas ao Espírito (Is 48.16; Ez 3.24; Mq 3.8). Como é o caso da maioria dos profetas, é quase impossível fazer uma distinção entre o Senhor e seu Espírito. Am não menciona o Espírito em sua obra, mas aquelas ações atribuídas ao Espírito por outros profetas estão presentes em Amós.

Esboço de Amós

I. Introdução 1.1-2
II. Julgamento sobre as nações 1.3 –2.16

Damasco 1.3-5
Gaza 1.6-8
Tiro 1.9-10
Edom 1.11-12
Amom 1.13-15
Moabe 2.1-3
Judá 2.4-5
Israel 2.6-16

III. Oráculos contra Israel 3.1– 6.14

Julgamento sobre o povo escolhido de Deus 3.1-15
Julgamento de Deus sobre o povo insensíveis 4.1-13
Julgamento sobre o impenitente povo de Deus 5.1-6.14

IV. Visões de Julgamento 7.1-9.10

Visões de abrandamento 7.1-6
Visões de rigidez 7.7-9.10

V. A restauração de Israel 9.11-15

A tenda de Davi levantada 9.11-12
A terra e o povo restaurados e abençoados 9.13-15

Fonte: Bíblia Plenitude
Pastor Dirceu


Antes de qualquer outra coisa, lembre-se:

Não se deve tomar uma decisão quando se está:
a) Profundamente desapontado.
b) Fisicamente exausto.
c) Irado.
d) Muito abatido e deprimido.
e) Com perspectiva de derrota.
 
Nestas circunstâncias é melhor dizer:
“-Ainda não tenho uma decisão. Preciso de mais tempo.”
01) Primeira luz:  Oração
      Leia Mateus 7.7-8 e Filipenses 4.7
      Orar é falar com Deus, intimamente.
      Na intimidade com Deus, o coração encontra paz nas tomadas de decisão.

 02) Segunda luz:  As circunstâncias
       Todas elas devem ser analisadas com profundidade. Todos os prós e os contras devem ser levados em consideração. Não despreze nenhum fator.

 03) Terceira luz:  Os conselheiros.
       Provérbios 11.14 e 15.22.
       Não o conselho de uma pessoa qualquer, mas de cristãos experientes e, de preferência, de pessoas que pensam diferente de você.

 04) Quarta luz: As promessas de Deus para sua vida
       Peça a Deus um texto bíblico que o oriente nesta decisão.
       Se o texto lhe disser "não", que seja não!
       Se o texto for uma promessa de Deus para sua vida, firme-se nesta Palavra, pois:

      A paz pode sair do coração.
      As circunstâncias podem mudar.
      Os conselheiros podem mudar.
      Mas, a Palavra de Deus jamais mudará.

Com as 4  luzes verdes, siga em frente, com fé.